23 de novembro de 2010

Oxalá

Experimentar a beleza
E extrair 
Da polpa
Luxúria
Em ser belo
Na riqueza 
De espírito 
E no perfume
Da flor 
Da fruta

Aparecer
Na realidade 
Da planta
Do pé
A macieira
Do jardim
Da casa
Da rua de trás
Do homem que chora
As mágoas de seu pecado

6 comentários:

Ana.K disse...

Como sempre, incrível.

Luci disse...

Nossaaa..
Como vc escreve bem.
Adorei aqui.

Erica Vittorazzi disse...

Como eu acho difícil escrever poemas, e você o faz brilhantemente bem!

Parabéns.

Anônimo disse...

lindo ponto final

Tangerina disse...

ué, te vi lá.
vim cair aqui e me surpreendi...

uau, e céu, com teus escritos...

encantei-me.


um beijo.

Rafael disse...

Belo poema, moça. Gostei aqui do seu blog.
Bjs